Dando continuidade à tarefa anterior, o objetivo hoje era começar a criar um espaço imaginário externo, anexo ao quarto, que pudesse incorporar e abrigar outras funções. Além disso, era preciso fazer um levantamento com problemas e possíveis soluções para o cômodo, de acordo com os conceitos definidos por Herztberger no livro "Lições de Arquitetura". Tendo isso em mente, os principais problemas que eu quero resolver são:
- Integrar a sala com o quarto;
- Diminuir a incidência de sol nos cômodos;
- Ter um lugar para jogar jogos de tabuleiro com os meus amigos
Justamente pela ideia sobre os jogos de tabuleiro, resolvi me inspirar em um dos jogos que mais gostamos - Ticket to Ride - para definir o formato da arquitetura parasita. Minha ideia é fazer como se um trem tivesse descarrilhado e entrado no apartamento.
Pegando a montanha russa Expedition Everest, do Animal Kingdom também como inspiração, pensei em fazer a estrutura da arquitetura em vergalhões aparentes, deixando inclusive suas pontas à vista, como se fossem parte do trilho do trem.
Por fim, seguindo uma ideia do professor Sandro na última orientação, que sugeriu que poderíamos jogar "flutuando", pensei em fazer o piso de vidro transparente, para que pudéssemos enxergar o chão láááá embaixo, uma vez que meu apartamento fica no oitavo andar. Seria uma espécie de "Dinner in the sky". Além disso, a ideia é que tanto a mesa quanto as cadeiras sejam de acrílico transparente.
E aqui estão as fotos do protótipo! A ideia é que a entrega final seja confeccionada em papel paraná, assim como feito na maquete principal. Mas até os planos ficarem mais claros, vou fazendo de papel cartão, que é mais tranquilo de manusear!
Semana que vem temos os próximos capítulos desse trabalho!










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