O desafio de hoje era criar um aparato físico que articulasse corpo e espaço, explorando os sentidos e as dinâmicas de interação entre as pessoas no ato de habitar um lugar. O objeto deveria ser vestível, ou seja, ser de alguma forma acoplado ao corpo, como as roupas, mas sem se prender à noção tradicional de vestimenta.
Fiz um mood board com a minha proposta inicial. Pensei em fazer um cacto de amigurumi e acoplar nele uma cânula nasal para que ele se transformasse em um "respirador-de-ar-puro-portátil-sustentável". A cânula, posicionada no nariz, captaria diretamente o oxigênio liberado pelo cacto. Por se tratar de uma planta pequena, o objeto é perfeitamente portátil e além disso, como cactos necessitam de pouca água do meio, o objeto também se torna sustentável ao economizar água para mantê-lo vivo e "funcional".



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