Referências Pessoais - Apolíneo e Dionisíaco - Acadêmicos do Conceito Aberto

10 janeiro 2021

Referências Pessoais - Apolíneo e Dionisíaco



 

Depois de estudarmos o Apolíneo e o Dionisíaco, a tarefa era procurar referências pessoais que se enquadrassem nesses conceitos:

Referências Apolíneas:

Manifestações artísticas apolíneas clamam pelo equilíbrio, pela perfeição estética, pela harmonia e pela racionalidade. As referências que escolhi foram:

Na Arquitetura: Vila Savoye, de Le Corbusier

Um clássico da arquitetura, com fachada simples, a Vila Savoye é a representação perfeita do conceito apolínico: equilíbrio e perfeição estética.



No Cinema: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Um filme clássico, belíssimo e que gira em torno do dia-a-dia de uma parisiense comum. Sem efeitos especiais marcantes, preza pela simplicidade.


Na Pintura: Piet Mondrian

A geometria perfeita e a presença de cores sólidas de Mondrian não deixam dúvidas sobre o aspecto apolínico de suas obras.




Na Poesia: Soneto do Amor Total, de Vinícius de Moraes

O soneto por si só já exige uma preocupação técnica: dois quartetos e dois tercetos em versos decassílabos. Vinícius de Moraes ainda se preocupou com as rimas, fazendo com que sua obra fosse ainda mais bela e impecável,


Referências Dionisíacas:

As manifestações artísticas dionisíacas remetem a algo mais espontâneo, natural e agitado, prezando pela irracionalidade e pela confusão. As referências que escolhi foram: 

Na Arquitetura: VM Houses, de Bjarke Ingels

Uma obra extremamente arrojada e dinâmica, chegando a causar até certo estranhamento. Quer algo mais dionisíaco que isso?



No Cinema: Doutor Estranho, da Marvel

Um filme recheado de efeitos especiais que enchem os olhos, Doutor Estranho é outro exemplo dionisíaco perfeito.



No Teatro: Cirque du Soleil

Assistir a um espetáculo de Cirque du Soleil é como ser transportado para um sonho. Muitas coisas acontecem ao mesmo tempo, de forma dinâmica e encantadora. 



Na Música: Viva da Vida. do Coldplay

A letra da música em si já é um pouco confusa, como se fosse uma mistura de vários assuntos. E o clipe não é diferente: é como se a banda cantasse dentro de um sonho.



Na Poesia: Ponteio, de Manuel Bandeira

Assim como grande parte das poesias modernistas, Ponteio não se preocupa com a forma perfeita, nem com as rimas. Explora o espaço do papel de forma aleatória, formando vários trocadilhos interessantes.

Na Pintura: O Ovo, de Tarsila do Amaral

Uma pintura também modernista que causa estranhamento e é completamente irracional, "O Ovo" é uma obra marcadamente dionisíaca.





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